Como conquistar 1,7 bilhão de pessoas que não tem acesso a uma conta bancária

A inclusão financeira – além do uso de dinheiro – é uma das principais prioridades dos bancos centrais em todo o mundo, mas 1,7 bilhão de pessoas ainda não têm acesso a uma conta bancária hoje. Para enfrentar esse desafio, os bancos centrais estão explorando uma alternativa à criptomoeda chamada Moeda Digital do Banco Central (CBDC). A solução de carteira segura para transações CBDC offline é projetada para ajudar seus clientes nessa ambição.

Construída para permitir uma troca de notas ideal para a moeda digital do Banco Central, a carteira CBDC offline segura desenvolvida pela Sciensa torna uma experiência de dinheiro digital disponível para todos e a qualquer momento. Esta carteira segura permite que um usuário faça pagamentos offline digitais consecutivos com liquidação imediata. O usuário da carteira CBDC pode iniciar pagamentos offline usando qualquer canal: sem contato, e-mail, QR Code e os mesmos terminais e padrões usados ​​atualmente para pagamentos com cartão. Os pagamentos offline da CBDC podem ser recebidos por qualquer dispositivo (seguro ou não), com ou sem conexão de internet.

Para permitir pagamentos CBDC offline, a solução de carteira segura da Sciensa utiliza chips de hardware certificados invioláveis, como os já amplamente usados ​​para cartões de pagamento, documentos de identificação e outros aplicativos. O uso de chips de hardware de nível governamental permite gerenciamento de saldo, implementação de política da  Reserva Federal, autenticação de usuário e armazenamento de chaves. Para melhorar ainda mais a proteção do pagador. A carteira segura pode integrar autenticação biométrica, mantendo a privacidade da transação.

Essa solução segura de pagamento de carteira também permite que os bancos centrais resolvam outra questão importante: a resiliência. Ele libera a rede de transações desnecessárias e reduz a carga nos servidores, permitindo assim o processamento de maiores volumes de transações.

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Chegada do 5G: o que muda para as fintechs

O normal, agora, é não ir a agências bancárias, graças ao conforto e conveniência de realizar transações de qualquer lugar por meio do smartphone. Desde pagamento de contas e gerenciamento de investimentos até transações como transferências, a digitalização do setor caminhou a passos largos ao longo da pandemia, dando mais força às fintechs e modificando estratégias dos bancos considerados mais tradicionais.

Agora, com a chegada do 5G no Brasil, o cenário financeiro ganha mais potência ao proporcionar melhor experiência ao usuário, viabilizar novos produtos e serviços e alcançar mais pessoas. Bancos digitais veem na chegada do 5G uma revolução para o setor financeiro, uma vez que abre portas para que sejam oferecidos produtos e serviços diferenciados e atualizados. A nova velocidade permite que locais que, antes não tinham acesso 3G ou 4G, tenham conectividade com mais facilidade para outras partes da população. Contudo, problemas de infraestrutura ainda existem, mas, é algo normal no momento de introdução de novas tecnologias. 

Nesta nova etapa da conectividade, com mais banda, será possível desfrutar de uma camada de serviços que demanda muitos dados, principalmente no que diz respeito à experiência do cliente, como onboarding com reconhecimento facial, transferências e transações Pix mais ágeis, além de melhorias em segurança, por exemplo. As fintechs também poderão se beneficiar de outras formas de atendimento e relacionamento com a melhoria de chatbots e demais funcionalidades de conversação.

Com alta na demanda e maior oferta de processamento de dados, também é preciso se adequar à usabilidade das plataformas digitais, o que aumenta os desafios e as preocupações de desenvolvimento para as fintechs. Neste sentido, a experiência surge como diferencial em meio ao oceano vermelho no qual o segmento de fintechs se encontra neste momento no Brasil. Entre categorias como crédito, financiamento, seguros e gestão financeira, dentre outras, o Brasil já conta com mais de 1,2 mil negócios do tipo. A informação é do Fintech Report 2022, da Distrito.

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Ofereça experiências omnichannel

Os clientes do setor bancário esperam experiências omnichannel excepcionais e produtos inovadores.

Implementar novas tecnologias ajuda os bancos tradicionais a mudarem para canais digitais, tornando-os mais centrados no cliente. Ser capaz de acompanhar, e exceder as necessidades do cliente em constante mudança, as alterações dos requisitos regulamentares e maiores riscos de segurança requer uma mudança de mindset.

Uma rápida transformação de negócios desenvolvida sobre uma digitalização que utiliza novas tecnologias, incluindo IA, dados e a cloud estão no centro dessa mudança.

A transformação digital e a automação ajudam os bancos a eliminarem silos para serem ágeis e mais consistentes no suporte ao cliente, oferecendo opções de autoatendimento e garantindo a confiança e a maior satisfação do cliente.

A Sciensa liderou alguns dos maiores projetos de transformação do setor ao longo dos últimos anos. Ao aproveitar a nossa expertise, os bancos podem se tornar mais centrados no cliente por meio da transformação digital e oferecer uma jornada do cliente bem abrangente entre vários pontos de contato. 

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Problemas com dados?

Um dos maiores dilemas da indústria financeira é gerenciar, manter e integrar diferentes fontes de dados de uma mesma empresa, no mesmo local, de forma segura e com acesso aos profissionais que precisam dessas informações para tomar melhores decisões.

Segundo o AI Adoption Index, cerca de 53% das empresas de serviços financeiros da América Latina contam com mais de 20 fontes diferentes – como bancos de dados e Internet das Coisas (IoT) – para alimentar seus sistemas de IA, Business Intelligence e Advanced Analytics.

Então, o que as empresas devem fazer para facilitar a integração de ponta a ponta de diversas fontes de dados de diferentes áreas do negócio e ambientes de nuvem? A resposta é: por meio de sistemas inteligentes e automatizados, unificando sistemas de dados díspares e fortalecendo medidas de segurança e acesso.

Dessa forma, uma empresa de serviços financeiros é capaz de acessar plataformas de dados para investimentos, empréstimos, contas, atendimento ao cliente, promoções, entre outros, de um único lugar.

Na Sciensa, trabalhamos com nossos clientes para promover culturas organizacionais baseadas em dados, permitindo que equipes técnicas e de segurança implementem mascaramento e criptografia de dados em torno de informações confidenciais e proprietárias, mitigando riscos relacionados ao compartilhamento e vazamentos de dados.

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Você sabe quais são os hábitos dos clientes das fintechs?

A Teads, em parceria com a Kantar, fez uma pesquisa global para entender um pouco sobre o comportamento dos usuários de fintechs.

De acordo com o estudo, entre os brasileiros, 56% da renda mensal é comprometida com despesas ou com dívidas. Já os 44% do dinheiro que sobra é voltado, segundo os respondentes, para a poupança (22%) e outros tipos de investimentos (22%).

Para gerir os seus gastos do dia a dia, a maioria dos brasileiros clientes de fintechs (78%) usam cartão de crédito; 69% utilizam conta de poupança; 65% fazem uso de transferências ou transações online, enquanto 65% utilizam cartões de crédito digitais.

A pesquisa também procurou mapear como as pessoas pretendem ampliar a utilização dos serviços das fintechs:

– 70% dos candidatos disseram que estariam dispostos a assinar cartões de crédito digitais;

– 38% pensam em fazer algum outro tipo de investimento digital;

– Já 26% têm interesse em investir em moedas criptográficas; e

– 25% consideram fazer empréstimos pessoais e digitais.

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Seis tendências para transformação digital nas finanças

Elementos de mudança, adaptação e reinvenção estão escrevendo a indústria financeira atual. O surgimento de novas regulamentações, oportunidades, iniciativas e nichos de mercado estão moldando o futuro do setor financeiro para oferecer grandes possibilidades às empresas. 

Alguns fatores que impulsionam esse novo caminho são vistos em tendências como a personalização, pois 76% dos clientes esperam uma resposta personalizada e 64% o fazem em tempo real. As tecnologias de automação orientada por dados, como a Inteligência Artificial (IA), ML3 e Cloud Computing, impactam os recursos e a precisão de tomada de decisões dos atores financeiros. 

Por isso, separamos as principais tendências que levam o setor financeiro à reinvenção e como os participantes do setor podem integrá-las à sua estratégia para proteger seus negócios e aproveitar ao máximo as novas oportunidades. Confira:

  1. Transformação da redução de custos e geração de renda 

Apesar de estarem imersas em um contexto definido por baixas taxas de juros, crescente pressão regulatória com diversos custos associados e acirrada concorrência no setor, as instituições financeiras precisam crescer. Para isso, devem atingir altos níveis de eficiência por meio da redução de custos e da criação de novos fluxos de renda.

  1. O Digital à frente

De acordo com o relatório “The State Of Digital Banking, 2022” da Forrester, 25% dos tomadores de decisão no setor de serviços bancários dizem que a estratégia de tecnologia da sua empresa é um dos maiores desafios deste setor em relação à sua transformação digital. A digitalização permitirá que este se torne mais eficiente, ajustar custos e posicionar-se entre a concorrência. Esse esforço é acelerado devido às mudanças na interação com o cliente, pois 46% deles usam apenas canais digitais para atender às suas necessidades financeiras e os preferem a qualquer outro canal.

  1. Uso estratégico de ecossistemas e plataformas 

As mudanças no comportamento e nas expectativas dos clientes têm sido o principal motor da transformação digital. Atualmente, os clientes esperam poder encontrar o que procuram de forma simples e rápida, seja um produto, um serviço ou uma pequena ajuda. Estes precisam ser capazes de acessar uma solução ou responder no ecossistema e na plataforma com a qual interagem.

  1. Maior  personalização 

Adotar uma abordagem personalizada, contextualizada e centrada no cliente, promove laços mais fortes com a marca e aumenta a fidelidade e o sucesso da estratégia. Para se ter ideia, 90% dos clientes esperam interações e ofertas personalizadas do seu provedor de serviços financeiros, assim como fariam com qualquer outra marca de consumo.

  1. Transformação dos métodos de pagamento

Nos últimos anos, o uso de dinheiro como método de pagamento diminuiu globalmente, pois os clientes estão mais propensos a escolher pagamentos digitais. Este fenômeno tem criado desafios e oportunidades para as entidades financeiras que procuram adaptar-se a este contexto através da reinvenção. 

  1. A importância da inclusão financeira 

Segundo o Banco Mundial, 1,7 bilhão de pessoas ainda não têm conta bancária. O uso massivo e generalizado da tecnologia, da internet e dos dispositivos inteligentes, bem como o desenvolvimento das mídias digitais dentro do setor financeiro, aceleraram os processos de inclusão financeira e permitiram o acesso aos serviços disponíveis a uma parcela da população, antes fora do sistema bancário. De acordo com um estudo da Juniper Research, essa aceleração continuará, pois o número de pessoas usando carteiras digitais crescerá de 2,3 bilhões este ano para 4 bilhões em 2024. Isso fará com que as transações entre carteiras cresçam 80% e alcancem os 9 trilhões de dólares em um ano.

No contexto atual, as organizações que pretendem ser resilientes, sustentáveis e escaláveis devem optar pelo caminho da digitalização, adaptação e, sobretudo, reinvenção.

Por falar nisso, reinventar-se não é mais uma opção. É a única maneira de sobreviver e prosperar.  As empresas precisam aproveitar ao máximo todas as informações, ferramentas e soluções que podem ajudá-las a ficar à frente da curva no setor bancário. Ao seguir essas iniciativas, eles poderão começar a desenvolver um roteiro digital detalhado, posicionando seus negócios no topo do setor financeiro agora e no futuro.

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A tecnologia em prol do varejo

Com o crescimento da tecnologia, um dos desafios em evidência é o de individualizar o cliente ao mesmo tempo em que os negócios ganham escalabilidade. Acompanhar e responder às demandas do consumidor deste tempo digital exige das organizações varejistas, independente do porte, novos investimentos tecnológicos e o aprofundamento de uma mentalidade empresarial que resgata a fórmula original de “olho no olho”, o famoso balcão, no relacionamento, sem perder a velocidade de escala, mas sim inovando e usando de forma inteligente os canais disponíveis.

De maneira geral, ainda há uma série de varejistas brasileiros que confiam apenas em sua história, sustentadas por sistemas tradicionais que travam a criação de ativos digitais que oferecem vantagens na criação de experiências diferenciadas de atração de clientes. Diante disso, é necessário mapear e implementar algumas estratégias de ação que ampliam a capacidade analítica e digital, como por exemplo: tecnologia de plataforma, logística inteligente, e-commerce, estoque e captura, análise, uso e segurança de dados.

Na medida que boas oportunidades anunciam vantagens, há desafios que precisam ser superados. No caso de abandono do legado, estão os sistemas backoffice, que precisam migrar para uma arquitetura intencional que construa plataformas escaláveis, apropriadas para a formação de ecossistemas, e que usem tecnologia que facilite esse modelo e a estruturação de uma arquitetura de dados robusta, modelada para capturar e armazenar de forma contínua informações sobre clientes, parceiros e produtos e fazer a leitura inteligente de dados.

O grande investimento das empresas deve ser em uma plataforma tecnológica que integre todos os elos da cadeia produtiva: produção e venda (app, site, WhatsApp, plataforma, marketplace etc.), pois no futuro haverá um ponto de equilíbrio entre os vários canais e o surgimento de novos. A tendência é a troca de informação entre parceiros e clientes, em um negócio sustentado pela tecnologia. 

Na prática, virão plataformas estruturadas pela jornada de vida do cliente e, cada vez mais, para a compra integrada. Há uma boa analogia para isso: o casamento. A noiva chega cedo a um salão de beleza e sai de lá para a cerimônia depois de consumir uma ampla gama de produtos e serviços, além de receber o acolhimento e apoio personalizados da equipe que a atendeu. Ela consumiu, obteve informação e foi “paparicada”: é o comércio participando da vida pessoal do consumidor de uma forma marcante. Toda experiência de compra deve ser assim.

O que ainda desafia a transformação digital das empresas, mesmo grandes grupos do setor, é o mindset. A corrida pela inovação criou a cultura do multicanal, ao invés do omnichannel. O consumidor deseja que o varejo seja onipresente, e isso significa estar presente na vida das pessoas com informação, marca e soluções de problemas, colaborando com o ecossistema e até com os concorrentes para se tornar o grande foco de serviços nessa jornada. Logo, é preciso entender quem é o cliente e saber como entrar na vida desta pessoa.